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	<title>Assessoria Empresa Familiar &#8211; Marcio Ramos</title>
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	<description>Consultoria, diagnóstico, treinamento, reestruturação e formação de equipe</description>
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		<title>Publicado em 06/10/2021 no Diário da Região de São José do Rio Preto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcio Ramos]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Oct 2021 18:59:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Assessoria Empresa Familiar]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-528 aligncenter" src="https://marcioramosconsultoria.com.br/wp-content/uploads/2021/10/Papel-do-Empresario-na-Recuperacao-do-Pais-Diario-da-Regiao-06102021-Resumido.jpg" alt="" width="830" height="830" srcset="https://marcioramosconsultoria.com.br/wp-content/uploads/2021/10/Papel-do-Empresario-na-Recuperacao-do-Pais-Diario-da-Regiao-06102021-Resumido.jpg 1080w, https://marcioramosconsultoria.com.br/wp-content/uploads/2021/10/Papel-do-Empresario-na-Recuperacao-do-Pais-Diario-da-Regiao-06102021-Resumido-300x300.jpg 300w, https://marcioramosconsultoria.com.br/wp-content/uploads/2021/10/Papel-do-Empresario-na-Recuperacao-do-Pais-Diario-da-Regiao-06102021-Resumido-1024x1024.jpg 1024w, https://marcioramosconsultoria.com.br/wp-content/uploads/2021/10/Papel-do-Empresario-na-Recuperacao-do-Pais-Diario-da-Regiao-06102021-Resumido-150x150.jpg 150w, https://marcioramosconsultoria.com.br/wp-content/uploads/2021/10/Papel-do-Empresario-na-Recuperacao-do-Pais-Diario-da-Regiao-06102021-Resumido-768x768.jpg 768w, https://marcioramosconsultoria.com.br/wp-content/uploads/2021/10/Papel-do-Empresario-na-Recuperacao-do-Pais-Diario-da-Regiao-06102021-Resumido-100x100.jpg 100w" sizes="(max-width: 830px) 100vw, 830px" /></p>
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		<title>Publicado em 08/09/2021 no Diário da Região de São José do Rio Preto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcio Ramos]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Oct 2021 18:55:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Assessoria Empresa Familiar]]></category>
		<category><![CDATA[Assessoria Financeira]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-524" src="https://marcioramosconsultoria.com.br/wp-content/uploads/2021/10/Licao-da-Olimpiada-Diario-da-Regiao-08092021resumido-1.png" alt="" width="1080" height="1080" srcset="https://marcioramosconsultoria.com.br/wp-content/uploads/2021/10/Licao-da-Olimpiada-Diario-da-Regiao-08092021resumido-1.png 1080w, https://marcioramosconsultoria.com.br/wp-content/uploads/2021/10/Licao-da-Olimpiada-Diario-da-Regiao-08092021resumido-1-300x300.png 300w, https://marcioramosconsultoria.com.br/wp-content/uploads/2021/10/Licao-da-Olimpiada-Diario-da-Regiao-08092021resumido-1-1024x1024.png 1024w, https://marcioramosconsultoria.com.br/wp-content/uploads/2021/10/Licao-da-Olimpiada-Diario-da-Regiao-08092021resumido-1-150x150.png 150w, https://marcioramosconsultoria.com.br/wp-content/uploads/2021/10/Licao-da-Olimpiada-Diario-da-Regiao-08092021resumido-1-768x768.png 768w, https://marcioramosconsultoria.com.br/wp-content/uploads/2021/10/Licao-da-Olimpiada-Diario-da-Regiao-08092021resumido-1-100x100.png 100w" sizes="(max-width: 1080px) 100vw, 1080px" /></p>
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		<title>Uma Experiência de Atitude na Empresa 2</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcio Ramos]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Apr 2021 21:04:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Assessoria Empresa Familiar]]></category>
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					<description><![CDATA[           No último artigo que escrevi, contei a experiência que tive com um amigo e fiquei de concluir o desfecho. Ele contratou um consultor para ajudá-lo na reestruturação da empresa. Pediu minha ajuda no acompanhamento do trabalho. Foi feito um diagnóstico que constatava que a empresa tinha um mínimo de organização. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>           </strong>No último artigo que escrevi, contei a experiência que tive com um amigo e fiquei de concluir o desfecho.</p>
<p>Ele contratou um consultor para ajudá-lo na reestruturação da empresa. Pediu minha ajuda no acompanhamento do trabalho.</p>
<p>Foi feito um diagnóstico que constatava que a empresa tinha um mínimo de organização. Tinha um sistema de informática que controlava o processo operacional, tinha a parte financeira, porém esta funcionava somente para conferir o caixa, as compras e os bancos.</p>
<p>Quando se iniciou o levantamento de dados financeiros, foi percebido que o sistema tinha vários problemas. A empresa que era responsável pelo sistema não se dispôs a fazer as mudanças, apesar de simples. Estavam com problemas internos. Foi procurado um novo sistema, que está em fase de implantação. E é mais barata a manutenção mensal, a primeira contenção de despesa realizada.</p>
<p>Com toda a dificuldade de levantamento de dados, foram feitos levantamentos mensais das receitas e despesas. Foram feitas classificações de receita e despesas com um novo Plano de Contas e Centro de Custos.</p>
<p>Foi constatado um déficit na maioria dos meses. Com alguma margem de erro, pois os números não são tão precisos, foi encontrado o ponto de equilíbrio da empresa, isto é, quanto ela precisava faturar para cobrir todas as despesas do mês, incluindo Pró-Labore e amortização de dívidas.</p>
<p>Analisando os custos, observou-se problemas na área técnica, problemas nas comissões pagas aos funcionários, que não gerava estímulo e nem produtividade. Foi detectado uma falta de motivação na pessoa mais antiga de casa, com o salário mais alto e com baixa produtividade. Foi proposto a ele um novo tipo de trabalho externo, com liberdade de ter seus próprios clientes, o desligamento do vínculo empregatício, tornando-se um prestador de serviço terceirizado. Parece que está caminhando bem a solução proposta.</p>
<p>Propus balancetes gerenciais e análise de resultados mensais, com indicadores de endividamento, margens de contribuição, rentabilidade. Percebi que esta parte está caminhando muito lentamente. É aquela velha história de que quando se depara com uma situação difícil da empresa, há um certo receio de se encontrar problemas não solucionáveis. Então se procrastina, vai se adiando a implantação.</p>
<p>Ainda não falei com ele sobre o Planejamento Estratégico. Assunto ainda cercado de muito tabu. Os empresários acham complicado, que empresa de menor porte não precisa, e acabam não valorizando este trabalho. Por achar um tema de grande relevância para as empresas, vou tratar em um artigo específico sobre ele.</p>
<p>E no futuro darei notícias da empresa de meu amigo.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Márcio José Ramos</strong></p>
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		<title>Uma Experiência de Atitude na Empresa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcio Ramos]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Apr 2021 19:46:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Assessoria Empresa Familiar]]></category>
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					<description><![CDATA[No início da pandemia, recebi uma ligação, coisa cada vez mais rara, de um velho amigo meu. Não nos falávamos há tempos, já que a distância física se tornou grande com o meu retorno para o interior. Queria trocar ideia sobre a empresa dele, uma prestadora de serviço na área de assistência técnica. Uma empresa [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No início da pandemia, recebi uma ligação, coisa cada vez mais rara, de um velho amigo meu. Não nos falávamos há tempos, já que a distância física se tornou grande com o meu retorno para o interior. Queria trocar ideia sobre a empresa dele, uma prestadora de serviço na área de assistência técnica. Uma empresa pequena, com faturamento anual entre 1,5 e 2 milhões de reais. A empresa vinha protelando o pagamento de impostos há cerca de 4 anos, parcelando e reparcelando os débitos.</p>
<p>Tudo tem um limite e a empresa já tinha chegado no limite. Comentou ainda que estava na segunda empresa, pois a primeira tinha tido problemas financeiros há cerca de 15 anos atrás, só que daquela vez tinha tido problemas com empréstimos bancários. E agora estava pensando em abandonar esta empresa e partir para uma terceira jornada. O que eu achava?</p>
<p>A situação deste meu amigo não é diferente de milhares de empresas que vão sucumbindo ao longo do tempo. Como a maioria dos empresários, de micro a médias empresas, não tem em suas empresas uma administração financeira, uma análise econômica de custos e margens, e muito menos um planejamento estratégico. O resultado acaba sendo o final, senão de uma empresa, pelo menos de um CNPJ.</p>
<p>As histórias se repetem. Inicia-se o negócio, ou herda-se ele, e não se investe um mínimo de tempo e de energia em administrá-lo com controle. Na realidade, o que estas empresas têm é um prejuízo, às vezes constantes, às vezes sazonais, que vão corroendo seu capital e suas reservas, depois o patrimônio dos sócios, e devagarinho vai caminhando para a insolvência.</p>
<p>Continuando a conversa com o meu amigo, falei do prejuízo constante que a empresa dele estava tendo, pois se não conseguia pagar os impostos, ela não estava cobrindo todas as despesas. Ele ainda argumentou que todos os financiamentos bancários estavam em ordem, que a situação não era tão ruim. Pois é, continuei argumentando, mas ele precisava pagar os impostos, não tão altos assim, afinal ele é optante pelo SIMPLES.</p>
<p>Ainda falei que ele precisava mergulhar nos números da empresa e descobrir onde estava realmente o problema, se na margem de contribuição dos serviços prestados, se nas despesas fixas, ou mesmo no pró-labore dos sócios. Quando enfim ele me confessou que tinha receio de abrir os números e descobrir que a empresa era inviável.</p>
<p>E é assim mesmo que fazemos quando encontramos os problemas difíceis. Às vezes fugimos deles, por medo de não darmos conta de resolvê-los. A situação vai se agravando e, quando aparece alguma crise de mercado, como esta que estamos passando, jogamos a culpa na crise. E se não resolvemos o problema, pelo menos ele está justificado.</p>
<p>Por fim argumentei que ele era um empresário corajoso, pois não é fácil tocar uma empresa em um país tão complexo, e com certeza bastante criativo, pois estava há quase trinta anos no mercado. Então, se ele de fato se colocasse à frente dos problemas reais, com certeza conseguiria resolvê-los, era uma questão de tempo, persistência e paciência. Precisava de uma atitude firme dele para iniciar esta caminhada.</p>
<p>Parece que ele aceitou os meus argumentos. Começou a se mexer. Contratou um profissional para atendê-lo. O que ele fez? Comentamos no próximo artigo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Márcio José Ramos</strong></p>
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		<title>Negociar&#8230;. Dívidas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcio Ramos]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 Mar 2021 14:55:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Assessoria Empresa Familiar]]></category>
		<category><![CDATA[Assessoria Financeira]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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					<description><![CDATA[O empresário, o empreendedor, normalmente são grandes negociadores. Faz parte do mundo de NEGÓCIOS. Negociar preços, prazos, equipamentos, locação, enfim, passa-se boa parte do tempo envolvido com clientes, fornecedores, parceiros, nesta tarefa. Mas será que ele sabe ou está preparado para negociar dívidas? O que vemos é que a maioria não está. Ou acabam se [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O empresário, o empreendedor, normalmente são grandes negociadores. Faz parte do mundo de NEGÓCIOS. Negociar preços, prazos, equipamentos, locação, enfim, passa-se boa parte do tempo envolvido com clientes, fornecedores, parceiros, nesta tarefa.<br />
Mas será que ele sabe ou está preparado para negociar dívidas?<br />
O que vemos é que a maioria não está. Ou acabam se descapitalizando demais, com grandes sacrifícios, ou não conseguem cumprir o acordo.<br />
Quando há uma negociação de dívida, o que mais influirá em seu êxito?<br />
A CONFIANÇA. Como credores, temos que acreditar que seremos pagos. E como devedores, honraremos nossos compromissos acordados.<br />
É sempre possível fazer isso? Não. São muitas incertezas que ocorrem em nossas vidas. Temos agora um exemplo claro e extremo nestes tempos de pandemia.<br />
De qualquer maneira, temos que ser confiáveis aos nossos credores. Mesmo com atrasos, falta de pagamentos, temos que demonstrar que nossos negócios são viáveis e que os problemas serão resolvidos no futuro.<br />
Nos será favorável se demonstrarmos que somos organizados. Empresas que controlam bem suas despesas, margens, rentabilidade, planejamento, serão vistas com mais confiança.<br />
Por muitas vezes teremos que voltar à mesa de negociação para prorrogar, renegociar juros e valores. Porém, se tivermos um bom Fluxo de Caixa, com um período de pelo menos 12 meses, os acordos serão melhores cumpridos, pois estarão melhores previstos nossos compromissos.<br />
Participei de uma grande negociação com bancos, no qual conseguimos um ano de carência, só havendo pagamento de juros, mais quatro anos de amortização. Para isso apresentamos um fluxo de caixa detalhado de 1 ano e mais uma previsão para 4 anos. Demonstramos qual era a margem da empresa, a proposta de reestruturação de contratos, despesas, mudanças no funcionamento e qual a estratégia a ser seguida.<br />
Foi conseguido o acordo e principalmente cumprido. E o relacionamento com os dois principais bancos foi reatado, principalmente com créditos para investimentos, pois não houve necessidade de capital de giro, a empresa estava equilibrada. E os outros dois bancos nem foram procurados.<br />
Para chegar neste ponto, temos que nos preparar para negociar. Falarei sobre isto no próximo artigo.</p>
<h4>Márcio José Ramos</h4>
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